terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

FANTOCHES PARA FAZER COM PAPEL

ATIVIDADES PARA COLORIR/ FAZER COLAGEM / CANTAR APÓS A ATIVIDADE/ ACOMPANHAR COM A RODA DA CONVERSA OU HORA DA HISTÓRIA, ENFIM, USE COMO ACHAR MELHOR EM SUAS AULAS. VOCÊ PODE IMPRIMIR DIRETAMENTE AQUI.




















































































































































domingo, 11 de outubro de 2015

Assemblage

Assemblage é o nome que se dá a um tipo de trabalho artístico produzido a partir da incorporação de objetos do dia a dia na composição da obra de arte. No assemblage é importante que o objeto incorporado à obra, apesar de assumir novos significados estéticos e simbólicos, mantenha algo de sua identidade original. O termo "assemblage" foi cunhado pelo artista plástico Jean Dubuffet nos anos 1950, mas esse tipo de obra artística já vinha sendo produzida desde o começo do século 20, como nas colagens cubistas feitas por Pablo Picasso e Georges Braque ou nas esculturas dos futuristas Umberto Boccioni e Filippo Tommaso Marinetti. Obras assemblages foram feitas também por artistas do dadaísmo e do surrealismo. O assemblage busca romper a fronteira entre arte e vida cotidiana e com sua "estética da acumulação" defende que todo tipo de material pode ser incorporado a uma obra de arte, desde que não perca seu sentido original. Assim, busca-se não uma síntese desses elementos, mas uma justaposição deles de modo que cada um mantenha a sua identidade no conjunto da obra. Em 1961, o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) realizou uma exposição que foi o marco da arte assemblage com destaque para as obras de Dubuffet e de Robert Rauschenberg. Entre as técnicas de assemblage está a junk sculpture, na qual se faz o uso de refugos industriais, sucatas e materiais descartados na composição de uma escultura.



Fonte : http://lazer.hsw.uol.com.br/assemblage.htm

Parangolé

O parangolé é uma obra artística criada pelo artista brasileiro Hélio Oiticica nos anos 60, a partir de suas experiências com música, dança e artes visuais junto aos integrantes da Escola de Samba Estação Primeira da Mangueira, no Rio de Janeiro. Formado por camadas de panos coloridos, que são estandartes, capas, bandeiras e tendas, alguns com inscrições como "Incorporo a revolta" e "Estou possuído", o parangolé só revela as suas estruturas quando em movimento, isto é, quando aquele que o usa ou carrega está dançando. Obra que só se realiza com a participação do espectador, ao ser tocado e vestido, o parangolé era considerado por seu criador como a "totalidade-obra" ou a "antiarte por excelência". Para alguns estudiosos o parangolé foi uma radicalização do construtivismo. Os parangolés acabaram sendo carregados ou vestidos por integrantes da Mangueira e em happenings e o corpo de quem os usa para dançar não é considerado um "suporte" e sim parte integrante da obra.


Fonte: http://lazer.hsw.uol.com.br/parangole.htm

Pop-Art

Pop Art é uma escola que utiliza em suas representações pictóricas imagens e símbolos de natureza popular. Originado particularmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, este movimento foi assim batizado em 1954, quando o crítico inglês Lawrence Alloway assim o denominou, ao se referir a tudo que era produzido pela cultura em massa no hemisfério ocidental, especialmente aos produtos procedentes da América do Norte.
Alguns criadores, inspirados no movimento dadaísta liderado por Marcel Duchamp, decidiram, em fins dos anos 50, se apropriar de imagens inerentes ao universo da propaganda norte-americana e convertê-las em matéria-prima de suas obras. Estes ícones abundantes no dia-a-dia do século XX detinham um alto poder imagético.
A Pop-art representava um retorno da arte figurativa, contrapondo-se ao Expressionismo alemão que até então dominava a cena artística. Agora era a vez da cultura em massa, do culto às imagens televisivas, às fotos, às histórias em quadrinhos, às cenas impressas nas telas dos cinemas, à produção publicitária.
Na década de 20, os filósofos Horkheimer e Adorno já discorriam sobre a expressão indústria cultural, para expressar a mercantilização de toda criação humana, inclusive a de cunho cultural. Nos anos 60 tudo é produzido massivamente, e cria-se uma aura especial em torno do que é considerado popular. Desta esfera transplantam-se a simbologia e os signos típicos da massa, para que assim rompam-se todas as possíveis barreiras entre a arte e o povo. Há um certo fascínio em torno do modo de vida da população dos EUA.
Os artistas recorrem à ironia para elaborar uma crítica ao excesso de consumismo que permeia o comportamento social, estetizando os produtos massificados, tais como os provenientes da esfera publicitária, do cinema, dos quadrinhos, e de outras áreas afins. Eles se valem de ferramentas como a tinta acrílica, poliéster, látex, colorações fortes e calorosas, imitando artefatos da rotina popular.
Estes objetos que integram o dia-a-dia da massa são multiplicados em porte bem maior, o que converte sua concretude real em uma dimensão hiper-real. Enquanto, porém, a Pop-art parece censurar o consumismo, ela igualmente não prescinde dos itens que integram o circuito do consumo capitalista. Exemplo disso são as famosas Sopas Campbell e as garrafas de Coca-Cola criadas pelo ‘papa’ deste movimento, o artista Andy Warhol.
Este ícone da Pop-art inspirou-se nos mitos modernos, como o representado pela atriz Marilyn Monroe, símbolo do cinema hollywoodiano e do glamour contemporâneo, para produzir suas obras. Ele procurava transmitir sua certeza de que os ídolos cultuados pela sociedade no século XX são imagens despersonalizadas e sem consistência. Para isso o artista utilizava técnicas de reprodução que simulavam o trabalho mecanizado.
Nesta salada imagética que constitui a pop-art, o que antes era considerado de mau gosto se transforma em modismo, o que era visto como algo reles passa a ter a conotação de um objeto sofisticado. Isto porque estes artefatos ganham um novo significado diante do contexto em que são produzidos, e assumem, assim, uma valoração distinta.

Fontes:
http://www.historiadaarte.com.br/popart.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pop_art

Op art

Op art: Arte e ilusão de ótica

 O termo "OP ART" é uma abreviação da expressão em inglês Optical Art e significa "arte ótica" - uma forma de arte que explora determinados fenômenos óticos com a finalidade de criar obras que pareçam vibrar ou cintilar. Contudo, diferentemente da arte cinética, a obra efetivamente não se movimenta e, por vezes, é o observador quem deve se deslocar, ou movimentar os olhos, para ter essa impressão sobre a obra, nascida da ilusão de ótica. Observe:


Reprodução
Bridget Riley. Movement in squares, 1961

Os artistas do movimento op art defendiam a idéia de que a arte deveria ter "menos expressão e mais visualização". Ainda segundo eles, apesar do rigor com que é construída, a obra simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca o mesmo.

Os trabalhos de op art são, em geral, abstratos concretos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar-se. E, diferentemente do concretismo, onde existe um equilíbrio estático entre as figuras geométricas que compõem a obra, na op art as figuras são colocadas de maneira a causar no observador uma sensação de movimento:



  
Reprodução
Victor Vasarely, Supernovae, 1959-61

O pintor húngaro Victor Vasarely (1908-1997) é o precursor da op art, surgida nos anos 30. Alguns de seus trabalhos - tais como "Zebra" (1938), que é inteiramente composto por listas diagonais em preto e branco, curvadas de tal modo que dão a impressão tridimensional de uma zebra - são considerados os primeiros dedicados àop art.

Apesar desse impulso inicial, a op art demorou a ter destaque, ganhando força efetivamente nas décadas de 1950 e 1960.

No Brasil, um dos principais artistas da op art foi o escultor, pintor e desenhista Luiz Sacilotto (1924-2003). Veja, abaixo, um dos seus trabalhos:



Reprodução

Fonte : Uol Educação
Texto: Valéria Peixoto de Alencar

Instalação (arte)


Uma instalação é uma manifestação artística contemporânea composta por elementos organizados em um ambiente. Ela pode ter um caráter efêmero (só "existir" na hora da exposição) ou pode ser desmontada e recriada em outro local. Diferentemente do que ocorre tradicionalmente com as esculturas ou pinturas, a mão do artista não está presente na obra como um item notável.

Uma instalação pode ser multimídia e provocar sensações: táteis, térmicas, odoríficas, auditivas, visuais entre outras.

O termo instalação foi incorporado ao vocabulário das artes visuais na década de 1960. No início do século XXI a instalação mantém-se como um gênero importante e muito difundido. Em virtude da sua flexibilidade e variedade, a sua conceituação tornou-se mais geral do que específica.Desde a década 1980, a voga da instalação leva ao uso e abuso desse gênero de arte em todo o mundo, o que torna impossível cobrir a produção recente.

 Instalação no Rio Tietê



Instalação na Bienal de Arte de São Paulo

Fonte: Wikipédia